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Criptomoedas em tempos de COVID-19 O mundo está enfrentado desafios inimagináveis em relação ao novo coronavírus (COVID-19) que, rapidamente, tem se alastrado e está gerando instabilidade na área da saúde e na economia global. Para combater a desaceleração econômica, o Estados Unidos está anunciando um pacote econômico de mais de US$ 2 trilhões para injetar liquidez e amenizar o impacto do vírus na economia. A Itália, um dos países mais afetados pela pandemia, aprovou um plano de reativação econômica de € 7,5 bilhões, e o Brasil já soma R$ 170 bilhões em gastos de um pacote anticrise. A China, o primeiro país a ser afetado pelo COVID-19, já está injetando US$ 175 bilhões com o intuito de reaquecer a economia do país. Para frear ainda mais a proliferação do vírus, está utilizando luzes ultravioleta e altas temperaturas para desinfetar seu papel-moeda. Dessa forma, o dinheiro somente será redistribuído para circulação, após duas semana de quarentena. Uma que vez o papel-moeda está sofrendo uma redução na circulação, se faz necessária a criação de novas alternativas ao dinheiro em papel, o que pode aumentar ainda mais as chances de adoção em massa das moedas criptografadas, pensando nisso nasce aqui a ToHelpCoin TLC. Independente do derretimento global do mercado de investimentos no ultimo mês, baseado no seu posicionamento de ativo descorrelacionado a crises políticas e econômicas, os ativos digitais (criptomoedas) têm gerado um maior interesse das pessoas durante a crise do COVID-19. Esse interesse exponencial pode ser validado através do aumento no volume de buscas em sites como Google e Baidu (o site de busca mais popular da Ásia), onde termos como “bitcoin” e “criptomoeda” recentemente atingiram picos de pesquisa. Esse aumento no interesse das massas por criptoativos também está em linha com o aumento de usuários e de volumes de negociação em bolsa de criptomoedas mundo afora. Durante a crise da pandemia, ocorreu uma queda de aproximadamente 50% no valor do bitcoin, alcançando seu menor patamar desde março de 2019 (US$ 3.832). Essa queda momentânea pode ser, em grande parte, devido ao “sell-off” de traders profissionais que efetuaram cerca de 70% de todas as transações de bitcoin durante os dias de queda (transações entre dez e mil BTC durante esse período de queda brusca). Entretanto, no início do mês, somente 5% de todo o bitcoin disponível para bolsas de criptomoedas foi transacionado, representando um movimento positivo no mercado criptográfico e um posicionamento de longo prazo para a maioria de “HODLers”. Consequentemente, em uma questão de dias, o bitcoin retomou a valorização, demonstrando que esses ativos digitais são capazes de recuperar seu valor rapidamente. Em poucas semanas, atingiu o valor de US$ 7.302, mesmo em um período de economia instável e em que os preços de ações têm registrado, diariamente, assombrosas quedas. Um tribunal francês decidiu que bitcoin é uma moeda legalmente reconhecida, o Supremo Tribunal da Índia suspendeu a proibição bancária de cripto e a Coreia do Sul legalizou todos os criptoativos). Em tempos de economia mundial altamente volátil, o mercado têm mostrado maior adoção da tese do bitcoin como ativo descorrelacionado e muitos países estão começando a reconhecer as moedas virtuais como forma legítima de dinheiro e investimentos em suas jurisdições: – Estados Unidos: a Lei de Moedas Criptografadas de 2020 propõe identificar as classes dos ativos digitais, sua tecnologia subjacente e os órgãos reguladores ??de cada categoria de ativo virtual; – França: o Tribunal Comercial de Nanterre, após uma disputa judicial, reconheceu o bitcoin como um ativo fungível intercambiável, tornando-o numa forma genuína de dinheiro, assim como empréstimos criptográficos; – Alemanha: a Autoridade Federal de Supervisão Financeira (BaFin) reconheceu as moedas digitais como um recurso monetário legítimo e serviços de criptografia como instituições jurídicas de serviços financeiros, sendo submetidas a regulamentações fiscais; – Coreia do Sul: a Assembleia Nacional da Coreia do Sul se tornou favorável à propriedade e ao comércio de moedas virtuais. Essa ação promove uma legislação mais clara, segurança jurídica, além de conquistar novos investimentos; – Índia: a Suprema Corte da Índia revogou o embargo do Banco Central Indiano de realizar transações com empresas de criptomoedas. Assim, em um ambiente hostil para o manejo de moeda fiduciária de mercados emergentes e de instabilidade econômica mundial, a moeda virtual torna-se uma possibilidade de captar investimentos transfronteiriços atraentes. Projetos do setor de criptoativos estão se unindo para ajudar o combate ao coronavírus Devido à extrema fluidez de ativos digitais, algumas instituições têm utilizado o bitcoin e outros ativos criptografados não só como veículo de investimento, mas também como ferramenta para ajudar no combate ao COVID-19, conforme está sendo feito pelas seguintes organizações e governos: – Essas alterações e esses sobressaltos no mercado financeiro e de criptomoedas, além dos estímulos econômicos mundiais, poderão nos levar a uma nova economia. Porém, no médio para longo prazo, o mercado de criptomoedas tem atingido um retorno de 113% ao ano e uma volatilidade anual de 85% desde 2016. Mesmo tendo sofrendo quedas drásticas no mês de março de 2020, o bitcoin tem se tornado tão seguro quanto os ativos mais tradicionais. As novas legislações têm tornado o universo criptográfico judicialmente legítimo, estabelecendo até mesmo um relacionamento com instituições financeiras tradicionais, como a NYSE, assim comprovando seu reconhecimento e sendo fundamentado e utilizado em um momento de crise mundial. Certamente, o bitcoin e demais criptomoedas não serão extintas pela pandemia do COVID-19 e, possivelmente, estarão adquirindo alta demanda no mundo durante e pós-coronavírus..

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